Décadas a formar enfermeiros e fisioterapeutas, mas a tecnologia é o próximo passo.
Há escolas que ensinam tecnologia. E há escolas que ensinam saúde. A Santa Maria Health School – Escola Superior de Saúde de Santa Maria faz as duas coisas (e não é por acaso).
Quando um curso novo é lançado no mercado, a primeira pergunta que um candidato deveria fazer não é “quantas vagas tem?” nem “qual a média de entrada?“.
A pergunta correta é: “Que instituição se encontra por detrás do curso?” e “Perceberão mesmo do que estão a falar?”.
No caso da Licenciatura em Gestão de Dados e Tecnologias em Saúde da Santa Maria Health School – Escola Superior de Saúde de Santa Maria, a resposta tem mais de sete décadas de resposta.
1949. Um hospital no Porto. Irmãs Franciscanas e enfermeiras sem “reconhecimento” profissional.
A história começa antes de qualquer curso de dados, de qualquer base de dados, de qualquer dashboard. Começa no Hospital de Santa Maria, no Porto, onde as Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora se dedicavam ao cuidado de doentes, com competências práticas, mas sem reconhecimento formal.
Em 1952, tudo mudou. A Congregação obteve autorização governamental para abrir a Escola de Enfermagem das Irmãs Franciscanas de Calais, o embrião daquilo que existe hoje. Começaram a formar enfermeiras. Com estrutura, com rigor, com missão e com propósito.
Em 1991, a escola passou a chamar-se Escola Superior de Enfermagem de Santa Maria e abriu o primeiro Bacharelato em Enfermagem. Em 2000, a Licenciatura. Em 2016, evoluiu para Escola Superior de Saúde de Santa Maria, mantendo a Licenciatura em Enfermagem e, adicionando, mais tarde, as Licenciaturas em Fisioterapia e Terapia Ocupacional. E, agora, chegou a Gestão de Dados e Tecnologias em Saúde.
O que é que sete décadas de Enfermagem têm a ver com dados?
Tudo. Há uma diferença fundamental entre aprender a gerir dados num contexto genérico, e aprender a gerir dados num contexto onde os dados têm nomes, histórias clínicas, diagnósticos e tratamentos. Onde um campo mal preenchido pode significar uma decisão clínica errada. Onde a privacidade não é uma caixa de compliance para assinalar, mas sim uma responsabilidade ética com peso real.
Essa sensibilidade não se aprende em dois semestres de “Introdução ao Setor da Saúde“. Aprende-se quando a Instituição que te forma vive nesse setor há mais de 70 anos. Quando os corredores da Escola já viram gerações de enfermeiros e fisioterapeutas a aprender o que significa cuidar de uma pessoa e, agora, verificam uma nova geração, que aprende o que significa gerir os dados dessa pessoa.
O problema com a maioria das formações em dados de saúde
Existem, basicamente, dois tipos de formação nesta área:
Tipo A: Cursos de tecnologia ou informática que adicionam uma “vertente de saúde”. Têm boas competências técnicas. Têm Python, SQL, Cloud. Têm pouco contexto clínico real, pouca sensibilidade para a especificidade do setor e pouca ligação a quem trabalha no terreno.
Tipo B: Cursos de saúde que adicionam uma “componente digital“. Têm o contexto. Têm a linguagem. Têm a credibilidade junto dos profissionais de saúde. Mas, às vezes, ficam aquém na profundidade técnica.
A Gestão de Dados e Tecnologias em Saúde da Santa Maria Health School – Escola Superior de Saúde de Santa Maria, parte de uma base que é, estruturalmente, do Tipo B, com uma Escola que conhece o setor por dentro, que tem relações institucionais com o ecossistema de saúde do Porto e do Norte do país, e que está a construir a componente tecnológica com intenção, não como afterthought. E isso importa, muito mais do que parece.
Para quem está a escolher um curso
Se tens 17 ou 18 anos, estás a pensar em dados (e também em saúde), e não consegues escolher entre os dois, este curso existe precisamente para isso. Não tens de abdicar de nenhum dos lados.
Vais sair com literacia de dados real. Com ferramentas. Com capacidade de trabalhar em ambientes clínicos, hospitalares, farmacêuticos. E vais sair de uma escola que tem credibilidade junto dos empregadores do setor, não porque fez boa publicidade, mas porque forma profissionais de saúde desde 1952.
Para quem já trabalha na saúde e quer evoluir
Se és enfermeiro, técnico de saúde, administrativo hospitalar, ou qualquer profissional que trabalha com sistemas clínicos e sente que há um mundo de dados à volta que não está a ser bem aproveitado, este curso foi também pensado para ti.
O ponto de partida não é o zero, mas sim a tua experiência clínica, recontextualizada com ferramentas e metodologias que te vão permitir fazer perguntas diferentes, e encontrar respostas que o teu setor precisa.
Uma escola não se inventa. Constrói-se.
A Santa Maria Health School – Escola Superior de Saúde de Santa Maria não nasceu ontem com uma ideia sobre o futuro digital da saúde. Nasceu em 1952 com a convicção de que formar bem os profissionais de saúde faz diferença para as pessoas que esses profissionais tratam.
Essa convicção não mudou. O que mudou foi o que significa “formar bem“, num setor onde os dados são, cada vez mais, parte integrante do cuidado.
A tecnologia chegou à Santa Maria Health School, não como disrupção, mas como evolução natural de quem sempre soube que a saúde é demasiado importante para ser deixada ao acaso, seja no cuidado direto ao doente, seja na gestão da informação que suporta esse cuidado.

