FRANCISCANAS MISSIONÁRIAS DE NOSSA SENHORA

 

A Congregação das Franciscanas de Calais foi fundada no século XIX, mas as suas origens remontam à Idade Média.
Passada a vaga de anticlericalismo, na sequência da Revolução Francesa, assistiu-se ao restabelecimento progressivo das comunidades religiosas, fruto de um grande movimento de renovação católica em França, em meados do século XIX.
Nesse contexto, por iniciativa de Pierre Louis Parisis, Bispo de Arras, promoveu-se a união de sete comunidades franciscanas: Saint-Omer [1377], Aire-sur-la-Lys [1429], Montreuil [1455], Bethune [1495], Lens [1555], Arras [1556] e Calais [1807].
Pierre Louis Parisis encarregou, então, o presbítero Adolphe Duchenne – Capelão das Franciscanas do Hospício de Saint Pierre de Calais – dessa missão. E em 1854 dá-se a união das sete comunidades. O Bispo de Arras nomeou a Irmã Louise Mabille Superiora Geral, após sufrágio unânime das religiosas.
Em 1873, a Congregação foi reconhecida e aprovada como Instituto Religioso de Vida Apostólica, de direito pontifício. As Constituições das Franciscanas de Calais foram aprovadas definitivamente em 1892.
Foi em 1965 que passaram a designar-se Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora.
Hoje estão presentes em 17 países: 78 fraternidades, em cujos contextos sociais cerca de 450 Irmãs e centenas de colaboradores leigos comprometidos com a sua visão e missão, são chamados a ser no mundo um sinal do Reino de Deus: uma grande família empenhada na pastoral, na educação, na saúde e no cuidado aos idosos.
Com uma significativa presença em Portugal, as FMNS fundaram no Porto o Hospital de Santa Maria [1888], o Asilo-Colégio do Sagrado Coração de Jesus [1893] — o atual Centro de Bem-Estar Infantil e Juvenil [CBE] —, o Colégio Luso-Francês [1936] e a Escola Superior de Enfermagem de Santa Maria [1949].
O carisma das Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora está enraizado na espiritualidade e na impressiva experiência de santidade de Francisco de Assis. Desse modo observam o Evangelho e vivem em obediência, pobreza e castidade, comprometidas – como S. Francisco – com o seguimento de Jesus Cristo, testemunhas e artífices de unidade e comunhão.

 

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